ENIE 2014 – Feira traz os lançamentos mais esperados do ano!

Realizada em conjunto com o XV Enie, o principal congresso nacional da área de instalações elétricas, a Expoenie 2014 reúne, em 6000 m² no Expo Center Norte, em São Paulo, fornecedores de produtos e serviços para sistemas elétricos prediais e industriais, iluminação, automação, proteção contra descargas atmosféricas e várias outras áreas. Para essa exposição, as empresas reservam suas principais novidades. Uma parte delas é mostrada aqui.

Projetos elétricos

Fornecedora de softwares profissionais para projetos de instalaçõesa há 21 anos, a Highlight apresenta no Enie o sistema CADDPROJ Elétrica, cujo diferencial principal é a redução de, em média, 80{982920e2f39a5f3af7ccdd1b51ae58334e5604884addbc596b24db6ca92b0971} do tempo gasto para projetar infraestruturas de instalações elétricas, segundo a empresa. Já o OrçaCAD Elétrica calcula a quantidade de materiais necessária para a instalação elétrica a partir do desenho feito no CAD e reduz em 50{982920e2f39a5f3af7ccdd1b51ae58334e5604884addbc596b24db6ca92b0971} (em média) o tempo de realização da tarefa. Também são apresentados softwares para projetos profissionais de cabeamento estruturado e automação residencial.

Terminais para bornes

O grupo Intelli leva à mostra terminais para bornes para condutores flexíveis ou rígidos de cobre ou alumínio. A solução possui pino tubular com área de conexão por compressão em forma de sino para facilitar a entrada do condutor flexível, e área de contato em forma de pino.

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Terminais poliméricos de MT

Os terminais poliméricos TRP apresentados pela KIT Acessórios destinam-se a cabos de média tensão com condutor de cobre ou alumínio, isolação de HEPR ou XLPE e tensões de isolamento de 3,6/6kV a 20/35kV. Indicados apra painéis ou subestações.

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Conexões para aterramento

A fabricante de conectores, terminais, ferramentas e acessórios Burndy, que este ano completa 90 anos, apresenta o sistema de conexões para aterramento por compressão Hyground, que inclui conectores de emendas cabo/cabo, cabo/haste, derivações, ligações a estruturas metálicas e terminações. Feitos de cobre eletrolítico puro, com e sem acabamento estanhado. As conexões por compressão utilizam matrizes e ferramentas hidráulicas acionadas manualmente ou por bateria. Os conetores são resistentes à corrosão e não poluentes, de fácil instalação e armazenamento, permitem rastreabilidade para inspeção e documentação da instalação.

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Puxador de cabos

O puxador elétrico para cabos Greenlee Ultra-Tugger 10, é portátil, fornecido com bitolas de 25 a 800 mm², para uso em eletrocalhas, leitos ou eletrodutos. Com capacidade de até 4,5 toneladas/44,5kN de força de puxamento dos cabos, a máquina é dotada de sistema de fixação, motor elétrico, corda guia, destorcedor e camisas de puxamentos. LEDs indicam a força exercida durante o trabalho de puxamento dos cabos. Segundo a empresa, o uso do puxador elétrico reduz o tempo de instalação e a mão de obra necessária.

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Emenda para cabos

A emenda compacta fria EMCF da Elos é do tipo pré-moldada, indicada para aplicação em cabos isolados de média tensão até 36kV. A recomposição do isolamento, o confinamento e o condicionamento do campo elétrico são feitos em uma só peça de EPDM, com montagem 100{982920e2f39a5f3af7ccdd1b51ae58334e5604884addbc596b24db6ca92b0971} a frio. A região da emenda é selada com uma capa contrátil a frio e fica totalmente blindada e submersível.

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Capacidade mundial de geração solar cresce 53 vezes em 9 anos!

O gráfico do crescimento exponencial não impressiona muito no seu início, mas depois de algum tempo as coisas começam a aparecer. A energia renovável está por aí há décadas, no entanto, houve mais progresso nos últimos anos que em toda a história.

Vejamos, por exemplo, o crescimento da energia eólica em alguns países em 2013:

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Vejam o gráfico abaixo: são 6,6 vezes de crescimento desde 2004 e 18,7 vezes desde 2000! É sempre perigoso tentar prever o futuro, mas observem que levamos décadas para atingir a capacidade de 17 gigawatts e, somente no ano passado, o mundo teve um incremento de 35 gigawatts!!

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Quanto à energia solar, em muitas maneiras está crescendo de forma mais impressionante que a eólica. Até alguns anos atrás, a energia solar era considerada cara demais para a maioria das situações. Mas, há alguns anos, o crescimento explodiu, graças ao menor preço dos painéis fotovoltaicos, à política pró-solar de alguns países e aos instaladores, que se especializaram e fazem, de forma descomplicada, todo o processo de instalação, tanto para os clientes residenciais quanto os comerciais.

Incremento de capacidade solar instalada:

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No gráfico acima podemos ver que a China está investindo forte em energia solar, saindo da 5ª para a 2ª posição em apenas um ano. A Alemanha foi a pioneira neste tipo de energia e se mantém à frente, no entanto, deve perder a liderança em um ou dois anos.

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O gráfico acima é realmente impressionante! Passamos de uma capacidade de 3,7 gigawatts em 2004 para 138 gigawatts em 2013. E as coisas só tendem a melhorar, por exemplo, se a gigante Elon Musk começar a fabricar painéis fotovoltaicos nas suas enormes fábricas, os preços devem cair ainda mais.

FONTE: www.treehugger.com/renewable-energy/worldwide-solar-power-capacity-53x-higher-9-years-ago-wind-power-6x-higher.html

A cada 3 dias, 2 fios de alta tensão caem na Grande São Paulo

Levantamento do Corpo de Bombeiros mostra que a Região Metropolitana registrou 92 casos de janeiro a 10 de julho

A cada dois dias são registradas três quedas em vias públicas de fios energizados que ficam pendurados em postes na região metropolitana de São Paulo, segundo relatório do Corpo de Bombeiros feito a pedido do Estado.

O balanço da corporação foi realizado entre o dia 1.º de janeiro e 10 de julho deste ano e registrou 92 ocorrências. O mês foi o mesmo em que uma pessoa morreu eletrocutada no Tatuapé, na zona leste, após um fio de energia cair sobre seu carro.

Na capital, onde houve 63 casos em 2014 dentro do intervalo de tempo do levantamento do Corpo de Bombeiros, a concessionária que faz o fornecimento de energia é a AES Eletropaulo. A empresa também é a responsável pela instalação dos postes usados por ela e diversas empresas de telecomunicações para pendurar fios.

Hoje, segundo a Prefeitura e as concessionárias, são 69 mil quilômetros de fios na rede aérea. Por ano, a concessionária lucra R$ 100 milhões com o aluguel dos postes. A empresa afirma que o lucro é usado para deduzir o valor da conta de eletricidade dos clientes.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os fios energizados que se partem caindo sobre as vias públicas podem estar energizados com até 13 mil watts de potência. “Uma fiação elétrica quando cai libera uma grande quantidade de energia. Ela se dissipa e pode colocar fogo em um carro”, explicou o capitão Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo ele, quedas de galho, tempestades, obras e outras interferências podem fazer com que esses fios se partam. “O que verificamos nesses casos é que não são ocorrências causadas pela fiação. Geralmente são fatores externos que caem sobre o fio, como árvores, muros e construções irregulares. É um problema do crescimento desordenado da cidade”, disse.

Enterramento. O problema dos rompimentos de fios energizados vem ao encontro de uma discussão da cidade: o enterramento da rede aérea das ruas da capital.

Hoje, apenas 40{982920e2f39a5f3af7ccdd1b51ae58334e5604884addbc596b24db6ca92b0971} dos fios na cidade de São Paulo estão no subterrâneo. A Prefeitura e as concessionárias envolvidas travam uma briga para saber de quem é a responsabilidade sobre o enterramento de fios – o alto custo é um grande entrave. A administração municipal repassa a responsabilidade para as empresas, e as concessionárias alegam que são reguladas por órgãos federais e dizem que as obras são de alto custo.

Mais cara. O presidente da Associação Brasileira de Distribuidoras Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite, afirmou que, se não houvesse postes para pendurar os fios de energia e de outros serviços, a conta da eletricidade do consumidor final seria mais cara.

“O dinheiro do aluguel dos postes não fica com a concessionária. O dinheiro abate o valor da conta que é repassada para o consumidor. Se o poste não fosse compartilhado com outros serviços a conta seria mais cara”, explicou.

Por Rafael Italiani – Estadão